segunda-feira, dezembro 11, 2017

Há algum tempo estou para fazer esse post e alguns contratempos que aconteceram nessa semana me ajudaram com o argumento central. Acompanhe meu raciocínio e veja se isso já não aconteceu com você:
• Você agenda com uma pessoa um compromisso a semanas. Por vezes, esse compromisso envolve outras pessoas que se programaram para esse momento. Na véspera do evento, com a maior naturalidade, seu convidado simplesmente lhe envia um email com uma desculpinha sem vergonha lhe informando que não poderá estar presente. Mas é o compromisso que assumimos com as pessoas anteriormente? Sinto muito…
• Você identifica uma pessoa que está procurando um emprego. Você acessa essa pessoa e….Bem, se ela lhe responder a ligação ou o email, existe uma chance e tanto de você tomar o cano na data agendada para a entrevista. Mas, ela não estava precisando do emprego? Pois é…
• Você adquire um produto ou serviço e ocorre algum problema em sua entrega. Um problema sério. Ao procurar o seu ponto de contato, o cara que fechou o negócio com você, ele simplesmente não lhe retorna sua ligação ou envia um emailzinho safado com um texto protocolar. É, mas na hora de vender…
Costumo dizer que sou das antigas. Sobretudo – e principalmente – quando se trata de um problema com meu interlocutor, seja cliente, parceiro, fornecedor ou o que quer que seja, prefiro o contato pessoal. Dar a cara para bater, sabe?
Uma das principais muletas que surgiu na humanidade é o email, o sms, o WhatsApp. Eles “permitem” que você responda a problemas cabeludos sem se expor. Verdade, não é? Ledo engano. É no momento da adversidade que nossa reputação cresce. É no momento do perrengue que ganhamos ponto. Nesses momentos é que crescemos, ficamos mais maduros, prontos para o mundo.
O maior ativo que qualquer indivíduo pode ter é sua reputação, a forma como é percebido pelos outros. Essa percepção de valor é construída ao longo do tempo por meio das sucessivas interações que você tem com todos que participam do seu ecossistema. É como um castelo construído tijolinho a tijolinho. Os fundamentos devem ser fortes para esse castelo não ruir e se transformar em um castelo de areia.
Não caia na ilusão da resposta fácil quando está diante de um compromisso. Ela pode te dar a percepção de alívio, porém destrói valor no longo prazo. Nós só temos uma palavra e essa deve ser honrada. Ao utilizar subterfúgios para desviar de compromissos assumidos e não encará-los de frente você está perdendo a oportunidade de protagonizar sua vida. Está agindo como uma criança em um mundo que não dá espaço para vacilos.
Complicado? De jeito nenhum. Basta utilizar o velho e bom “bom senso” e não agir com os outros como não gostaria que agissem com você. É simples assim.
Quando estiver diante de uma situação como a relatada acima, não vacile. Vai para cima e cumpra com suas promessas. Lhe garanto que, no longo prazo, você só tem a ganhar.
Pode me cobrar no futuro.

Sandro Magaldi é CEO e co-fundador do meuSucesso.com, a maior plataforma de empreendedorismo do Brasil impactando milhões de empreendedores mensalmente. É considerado um dos maiores experts em Gestão Estratégica de Vendas do país e autor do livro “Vendas 3.0: Reposicionando o vendedor, a equipe de vendas e toda a organização” definido pelo Pai do Marketing moderno Philip Kotler como “um daqueles livros que nos faz pensar”.

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