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No pain, no gain

A educação sempre se pautou por essa visão: sem esforço, não há ganho. Assim, sobretudo nos meios mais clássicos, sempre fomos provocados e obrigados a trabalhar arduamente, muitas vezes, decorando conteúdos gigantes para aprender.

Mais recentemente chegamos à conclusão que esse modelo do decoreba não funciona já que as informações básicas estão disponíveis a qualquer momento e em qualquer lugar de forma muito simples e cômoda.

Verdade? Não sei, não… Leia mais…

Reflexões extraídos do fenômeno “Stranger Things”

“Stranger Things” é viciante. Estou devorando os 8 capítulos da série original da Netflix, que segundo algumas fontes não oficiais, em 16 dias foi vista por mais de 8,2 milhões de pessoas em todo mundo desbancando a aclamada “House of Cards”. O que mais chama a atenção nesse fenômeno é que seu roteiro foi todo pautado pelo famoso algoritmo da Netflix que, baseado na leitura do comportamento de seus assinantes, definiu os parâmetros que aumentariam a probabilidade do produto ser popular.

Interessante, não é? Daqui a pouco teremos robôs roteiristas e os estúdios poderão economizar um dinheirão e você receberá apenas aqueles conteúdos mais afinados com seus gostos. Muito prático, fácil e com pouco esforço, pois não você não precisará mais ficar pesquisando aquilo que deseja, conhecendo novos conteúdos e assim por diante. Concorda?

Hummmmm….Perigo á vista!! Leia mais…

Como João Havelange será lembrado?

No encerramento do último evento que promovemos no meuSucesso abordei a visão da importância do legado e citei uma passagem de Stephen Covey nos “7 Hábitos das pessoas altamente eficazes” onde ele incentiva a desconfortável imagem de você se projetar para o seu funeral.

A provocação é refletir sobre o que as pessoas estarão falando sobre você? Qual é a percepção que o mundo teve de sua passagem?

Um dos temas essenciais da existência é justamente esse: Qual é o seu legado?

Considerando que o ser humano é o único ser vivo que tem a consciência da finitude, essa reflexão deveria pautar toda sua trajetória.

Me recordei novamente desse tema ao tomar conhecimento do falecimento de João Havelange. Qual a imagem que ele deixará? A imagem do cara que revolucionou o futebol no mundo, transformando-o no esporte mais popular do mundo e que permitiu sua inclusão nos rincões mais distantes do planeta ou as mais recentes descobertas que envolvem escândalos de corrupção e enriquecimento ilícito?

Qual sua opinião?

Será que valeu à pena todos esses esforços, no mínimo, questionáveis que certamente resultaram em uma riqueza material expressiva, porém uma pobreza espiritual sem fim?

Mais um exemplo que mostra os cuidados que temos de ter pela inversão de valores tão típica na sociedade atual. A riqueza material pode ser sinônimo de pobreza da existência.

Tome cuidado com as armadilhas! Nem tudo que reluz é ouro…

O Big Brother vai pegar!!

Uma das promessas da tecnologia é que ela economizará nosso tempo com tarefas repetitivas e rotineiras liberando tempo e espaço para realizarmos outras tarefas. É inegável que essa perspectiva já acontece hoje. A questão que me parece crítica, no entanto, é: O que fazemos com esse tempo que liberamos de nosso cérebro, nosso grande HD?

Você já parou para refletir que haverá uma geração inteira tão dependente do Waze que, possivelmente, não conseguirá navegar sozinha pelas ruas de sua cidade? E a busca por novos conteúdos? Em minha época eu tinha de buscar uma biblioteca ou, para os mais afortunados, pesquisar em uma enciclopédia. E agora está tudo a um click, em qualquer dispositivo, em qualquer momento do dia, 24×7. Muito fácil e prático.

O risco desse processo é você cair na armadilha da preguiça mental e não nutrir seu cérebro com outros conteúdos, perspectivas e visões. Esse risco se potencializa quando consideramos os jovens que, mal tutorados, não tem a perspectiva de raciocinar, pesquisar, refletir e, como consequência, desenvolver análise crítica. Leia mais…

As oportunidades analógicas em um mundo digital

Está claro o poder transformacional das novas tecnologias. O termo uberização transformou-se em um sinônimo de rupturas, economia do compartilhamento e por aí agora. “O mundo está se uberizando” é uma afirmação corrente. Não há dúvidas sobre esse movimento. Uma perspectiva, no entanto, que me chama a atenção é que existem muitas alternativas de negócios que não requerem o uso intensivo de alta tecnologia e que representam oportunidades importantes nesse ambiente de mudanças.

Lembre-se que o Netflix não derrubou a Blockbuster exclusivamente devido ao streaming de vídeos. A empresa até foi questionada, pois demorou um pouco para entrar nesse modelo de negócios e correu riscos. A principal vantagem competitiva da Netflix foi o sistema de entrega domiciliar de filmes utilizando os serviços postais. Aliás, até hoje uma parcela pequena de sua receita é proveniente dessa fonte nos Estados Unidos. Leia mais…

A essência do empreendedor é resolver problemas

Alexandrino Garcia, pai de Luiz Alberto Garcia, era presidente da Associação Comercial de Uberlândia quando diagnosticou que o crescimento da região estava travado pelo fato de não existir uma estrutura de telecomunicações disponível. Tendo essa visão muito clara, reuniu um grupo de empresários locais e, depois de muita história e superação de obstáculos, foi fundada em 1954 a Companhia de Telecomunicações do Brasil Central que começou sua operação com 500 linhas telefônicas.

7 anos depois Luiz Alberto Garcia começa a atuar na empresa. Era o único engenheiro da organização. Nessa época a empresa já tinha 1.000 linhas telefônicas. Tendo como foco o valor essencial, principal responsável pelo surgimento do Grupo, Luiz Alberto acelerou o crescimento do negócio e foi responsável por sua profissionalização. Leia mais…