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Saiba como Thái Nghiã, fundador da Goóc e um dos caras mais resilientes que conheço está encarando a crise

Essa semana promovemos, com muito sucesso, nosso primeiro evento do ano. Além da apresentação do emocionante documentário e Talk Show com Vilmar Ferreira, fundador da Aços Cearense e nosso Estudo de Caso atual, promovemos um bate papo com 3 empreendedores da pesada: Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel; Eduardo Lyra, do Gerando Falcões e Thái Nghiã, da Goóc.

Esse último trouxe uma visão muito relevante sobre como tem encarado a crise no seu negócio que gostaria de compartilhar com você.

A história do Thái é um épico. Refugiado do Vietnã passou por toda sorte de adversidades até encontrar na Goóc a concretização de sua visão de mundo. O Thái é o típico empreendedor idealista que não abre mão de seus ideais na concretização de seu projeto.

No evento ele apresentou a receita com a qual decidiu lidar com a crise atual e construir um 2017 próspero. Ele irá atuar em cima de 4 Ps (não são os 4 Ps do Marketing): Leia mais…

UM 2017 REPLETO DE INCERTEZAS. QUAL É A SOLUÇÃO?

Vivemos em um mundo onde tudo está em aberto.

É absolutamente inócuo predizer o que irá acontecer em um ambiente tão instável. Raras vezes na história da humanidade, a incerteza teve um papel tão central quanto na atualidade.

Como planejar 2017 em um contexto como esse?

O caminho é orientar o foco as variáveis que você pode influenciar. Seu esforço será incipiente se você canalizar sua energia na busca por respostas para temas complexos do macro contexto como a definição da crise política no país ou para o impacto do governo Trump no mundo.

É evidente que esses são temas absolutamente críticos para o futuro da humanidade, porém orientar-se ao seu contexto particular nesse momento é o mais produtivo. Estou convencido que a importância de trabalhar sua mente para encarar essas adversidades é essencial.

A transformação começa em você e, acredite, só você poderá conquistar seus sonhos e projetos pessoais. É óbvio que sua caminhada será influenciada por fatores externos, afinal vivemos em um ecossistema complexo, repleto de inter-relações. Leias mais…

Em 2017, substitua o NUNCA pelo SEMPRE

Uma das palavras mais fortes que conheço é o NUNCA.

Sinto sua força sempre que me recordo que NUNCA mais irei compartilhar a vida com as pessoas queridas que se foram.

Meu coração chega a doer.

Por isso, minha principal decisão para o ano que está chegando é substituir o NUNCA pelo SEMPRE em minha vida.

É mais ou menos assim:

Quando eu tiver a oportunidade de estar com as pessoas que amo, vou SEMPRE estar pleno, inteiro, aproveitando cada segundo como se fosse o último.

Quando surgir a oportunidade de estar com quem amo, SEMPRE irei fazer de tudo para viabilizar minha presença NUNCA procurando me esconder em desculpas ou com outras tarefas irrelevantes.

SEMPRE buscarei ser solidário as pessoas que merecem. Acredite quando mais fazemos o bem ao próximo sem desejar nada em troca, mais somos beneficiados pessoalmente.

Meus SEMPREs sempre serão mais fortes do meus NUNCAs.

Essa é minha promessa mais forte não só para 2017, mas para minha vida.

Acredito, humildemente, que seja um bom conselho para você também.

Substitua o NUNCA pelo SEMPRE em sua vida.

Assim quando chegar o momento de seus NUNCAs (e acredite, eles chegarão), você irá os encarar com serenidade, já que SEMPRE aproveitou a vida em sua plenitude.

Irei investir nesses momentos que estarão guardados em meu coração para SEMPRE.

Como diz Fernando Pessoa: “De repente nunca mais esperaremos…”.

Quando esse momento chegar terei a certeza que tudo valeu à pena.

Um 2017 pleno de SEMPREs em sua vida.

P.S. Gostou da mensagem? Compartilhe com quem ama para que tenham uma existência repleta de SEMPREs

Pisou na bola, hein, Professor!

Na semana passada, uma entrevista de Renato Gaúcho, técnico campeão da Copa do Brasil pelo Grêmio gerou polêmica no meio futebolístico. Nela, o controverso treinador e ídolo do tricolor gaúcho, afirmou “quem sabe, sabe…quem não sabe, vai para a Europa estudar”.

A polêmica girou em torno do fato de muitos treinadores e esportistas estarem, com uma frequência inédita no país, realizando reciclagens e intercâmbios em bem-sucedidos clubes europeus.

Não fazendo nenhum tipo de análise de juízo a respeito do Renato Gaúcho, que sempre gostou de polêmicas em toda sua carreira, trata-se de uma visão que vale à pena refletirmos, pois ela está mais introjetada no senso comum do que parece.

Existe uma visão de que só a prática cria valor. Essa corrente preconiza que não é necessário estudar, recorrer a outras fontes, pois o aprendizado acontece apenas no exercício da atividade de cada um. Leia mais…

Para vencer, é necessário aprender a perder

Sempre fui apaixonado por esportes. O futebol sempre me fascinou desde a infância e, logo cedo, me encantei pela posição de goleiro.

Como sou muito competitivo, não me contentei em apenas praticar o esporte e logo comecei a competir. Cheguei a jogar durante um ano no juvenil do Palmeiras, mas me dei conta que aquele mundo não era para mim.

A prática do esporte me fez aprender, as duras penas, uma lição que trago comigo até hoje: para ser um vencedor, é necessário aprender a perder.

Belo paradoxo, não é?

Apesar do romantismo da frase clichê, seu ensinamento é absolutamente prático e racional.

No começo minhas derrotas me desestabilizavam. Ficava mordido e caçava os culpados: o juiz, meus colegas de time, a torcida e assim por diante. Curiosamente, minha performance e responsabilidade raramente entravam na conta. Leia mais…

O Brasil está envelhecendo. A solução passa pelo empreendedorismo

O Brasil não é mais um país jovem. Essa foi a principal conclusão de pesquisa apresentada pelo IBGE na semana passada. O espectro da população que mais cresceu proporcionalmente no país na última década foi o universo de idosos de 60 anos ou mais (foi de 9,8% para 14,3%). A mesma pesquisa aponta que a tendência é que a proporção de brasileiros nessa faixa etária praticamente dobre para 23,5% em cerca de 24 anos.

Esse dado foi alardeado aos quatro ventos, sobretudo, por seu impacto na combalida previdência pública. Essa referência volta a estar em evidência com o anúncio de um dos pontos mais relevantes da proposta da sua reforma: a idade mínima para aposentadoria sobe para 65 anos.

Um aspecto, portanto, quase passou despercebido por todos. O buraco é muito mais embaixo do que simplesmente discutir a questão previdenciária (não negligenciando, evidentemente, a relevância desse tema para o futuro da nação). A questão essencial é: como nosso país irá se preparar para ter uma população economicamente ativa de mais idade? Sintetizando ainda mais essa reflexão: seguindo a dinâmica e lógica vigentes de geração de renda, haverá emprego para esse contingente de cidadãos que viverão mais do que nunca? Leia mais…