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Uber x Airbnb: O impacto da liderança na cultura do negócio

Em meu texto sobre a evolução do Uber como negócio, o querido Nandico fez um comentário muito instigante acerca da influência do líder/fundador no negócio (no caso, uma crítica a cultura implantada pelo, já polêmico, Travis Kalanick em sua startup).

Para não ficar para trás e envolvido em um projeto de conteúdo ambicioso com meu amigo e guru Salibi, tenho estudado muito todo esse contexto. Estava pesquisando sobre outro player valioso dessa nova economia e tive um insight a esse respeito que quero compartilhar por aqui.

Junto com o Uber, o Airbnb é um dos principais representantes da chamada “economia compartilhada” Curioso como a levada da startup é diferente do Uber. Um exemplo, Brian Chesky, um de seus fundadores e atual CEO, sempre adotou uma postura de boa vizinhança com as empresas tradicionais do setor. Ele comenta que a vitória do Airbnb não representa a derrota dos hotéis convencionais. Não sei se você sabe, mas atualmente muitas pousadas e pequenos hotéis já contam com o Airbnb como importante gerador de demanda para seus negócios. Leia mais…

Será que estamos fazendo as perguntas certas?

Fiz um post que tinha como objetivo refletir sobre formas de encarar contextos similares citando o Uber – no caso a oferta do serviço durante a Greve que houve em SP – que gerou algumas interpretações de fundo mais ideológico do que prático.

Atenção: o pensamento sectário e inflexível engessa o raciocínio e não permite uma maior maleabilidade perante a um ambiente em transformação intensa.

Vamos deixar de lado as questões ideológicas quanto a natureza do serviço. Não que essa reflexão não seja relevante. Pelo contrário. Ela é fundamental. Porém, vamos entender esse fenômeno de forma mais abrangente.

O Uber tem cerca de 8 anos (só 8 anos). É uma startup que apresenta resultados incríveis e alguns indicadores superiores a gigantes na mesma fase como Google e Facebook.Sua adoção foi tão bem sucedida que forjou um novo termo junto a sociedade: a uberização. Você tem uma miríade gigante de “ubers” de alguma coisa. Leia mais…

“Não peça garantias, não peça segurança, jamais houve semelhante animal”

Usualmente revisito obras icônicas muito cultuadas quando jovem. Procuro novos olhares e interpretações mediante a meu repertório atual.

Nesse contexto devorei Fahrenheit 451 de Ray Bradbury um clássico lançado em 1953 que é de uma atualidade assustadora

O autor constrói uma narrativa baseada em uma sociedade que, como um dos recursos principais para dominação de seus cidadãos, extingue todos os livros que são queimados por bombeiros que agem como Inquisidores da Idade Média.

A metáfora é espetacular e suscita reflexões deliciosas como a idéia da ditadura da maioria que, com suas garras, pune a diversidade ao estabelecer o conhecimento comum como o único detentor de valor.

Nesse contexto, o senso comum tem lugar central (olha ele aí de novo…), já que inibe a reflexão crítica (daí vem a ideia da extinção dos livros) e coloca todos e tudo no mesmo saco. Leia mais…

NADA É MAIS DIFÍCIL DE EXECUTAR DO QUE DAR INÍCIO A UMA NOVA ORDEM DAS COISAS

Está comprovado cientificamente: O ser humano tende ao comodismo. Esse é um mecanismo de autodefesa do cérebro que sempre busca estabilidade visando economizar processamento mental.

É importante ter em mente que essa realidade existe inequivocamente e não se trata de um discurso motivacional barato. Estudos do campo da neurociência comprovam essa tese.

O que isso traz como consequência ao seu desenvolvimento pessoal e, sobretudo, profissional?

A primeira e mais óbvia constatação: resistência ao novo e tendência a manter o modelo atual. Leia mais…

Todo Rico é desonesto. Será?

Dia desses pesquei um comentário a respeito de um empreendedor de um dos nossos Estudos de Caso que me deixou com a pulga atrás da orelha e disparou uma baita reflexão pessoal que quero compartilhar com você.

Ao conhecer uma das histórias mais instigantes que estudamos em nosso projeto (daquelas que o cara começa do nada e construiu um projeto sólido ao longo dos anos), uma pessoa comentou “Eu não acredito que aqui no Brasil é possível enriquecer sem transgredir nenhuma lei”. Na verdade, o subtítulo dessa visão é o seguinte: não é possível ser rico no país honestamente.

Hummm….Observaçãozinha capciosa, mas vamos lá.

Essa sentença está mais presente no imaginário popular do que pensamos. De tanto ser repetida, caiu na vala do senso comum (como detesto esse cara…). Leia mais…

PERIGO À VISTA!!

Está na Exame de Fevereiro uma pesquisa que me causou sentimentos contraditórios.

Trata-se de uma pesquisa realizada pela Firjan com 5.600 jovens de todos país na faixa etária entre 25 e 35 anos sobre sua relação com o empreendedorismo.

Ela evidencia uma tendência clara que observamos em diversas fontes: o desejo por empreender faz parte, cada vez mais, do ideário de jovens de todo Brasil.

O que me causou mixed feelings foram as respostas sobre os motivos que levam esse jovem a desejar empreender.
76% responderam que almejam realizar um sonho. Excelente!

Empreender, em sua essência, está relacionado a possibilidade de concretização de projetos pessoais, de sonhos ambiciosos.

Até aí, tudo bem. A porca começa a torcer o rabo quando analisamos um outro motivo explicitado por 64% dos entrevistados que desejam empreender para não ter chefe. Ops… Ler mais…