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    A colheita é comum, mas o capinar é sozinho

    27 novembro 2013

    Continuando a história da fome de meu post anterior (http://migre.me/gMnEo), me lembrei dessa frase do Guimarães Rosa no Grande Sertão Veredas (lá vou eu com as metáforas). Por mais que tenhamos um contexto, um ambiente que contribui e dificulta nossa vida é inescapável que “o capinar é sozinho”, ou seja, no final do dia somos nós que fazemos a diferença e protagonizamos – ou não – a evolução de nossa vida pessoal e profissional. Assim, nos escorar nas lamúrias e usar as dificuldades, inerentes ao ambiente, como muletas não irá nos ajudar em nada. Pelo contrário, enquanto estivermos presos nesse looping, não conseguiremos olhar um palmo diante de nosso nariz. É evidente que não estou sendo hipócrita afirmando que tudo é fácil. Pelo contrário, os desafios são imensos para quem quer fazer a diferença. O resultado, no entanto, sempre compensa. Aliás, temos outra opção a não ser ir atrás daquilo que almejamos?

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    Não quero faca nem queijo. Quero a fome

    26 novembro 2013

    Quem me apresentou a essa frase foi o grande amigo Romeo Busarello (um dos maiores experts do marketing, sobretudo do digital, do Brasil e um professor extraordinário). Atualmente todos conteúdos técnicos, específicos, sobre qualquer tema estão à disposição de qualquer pessoa. Basta você querer e pode ter acesso ao conteúdo que desejar. Ou seja, acesso a conhecimento não é um diferencial como foi no passado (na minha época de estudante, o moleque que tinha uma enciclopédia em casa era “o cara”). O que diferencia mesmo as pessoas é a motivação, o impulso, a atitude de evoluir, de buscar algo melhor para si mesmo. É essa fome que a Adélia Prado comenta nessa frase que é de uma simplicidade e valor extraordinário. Em um mundo onde tudo está muito acessível não basta ter as ferramentas. É necessário um impulso e desejo extraordinários de ir além. Afinal, todos nós podemos e merecemos.

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    Os 3 passos para avaliação da atratividade de um negócio

    23 novembro 2013

    Desde que foi divulgada minha presença como CEO do projeto Geração de Valor tenho recebido inúmeras mensagens de empreendedores me questionando sobre quais são os fatores críticos para um negócio ser bem sucedido, sobretudo sob a ótica das vendas, já que, além de meus livros, atuo na área há mais de 25 anos. É evidente que esse é um tema de extrema complexidade e seria leviano resolvê-lo em poucas linhas, porém, para não fugir da raia quero trazer aqui uma referência que pode ser importante no momento de refletir sobre a atratividade e potencial de sua ideia ou projeto. Em linhas bem gerais está claro que existem 3 imperativos estratégicos que devem ser alvo constante de nossa reflexão ao analisarmos um negócio: • Quem é o meu cliente • O que tem valor para ele • Como ele adquiri esse valor A análise a cada um desses itens deve ter um norteador bem claro: um negócio só será bem sucedido se for capaz de produzir algum insumo – produto ou serviço – que seja valorizado pelo cliente e tenha uma diferenciação clara em relação às opções concorrentes. Ou seja, a essência de qualquer estratégia é a busca pela diferenciação.

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    O mito da caverna de Platão e nossa alienação

    21 novembro 2013

    Faz tempo que desejo publicar esse post, porém seus desdobramentos são tantos que temia resultar em um texto muito longo. Como o conteúdo é tão rico, resolvi arriscar (e o post ficou longo mesmo ;-)) Como você já percebeu eu gosto de utilizar metáforas em meus textos. Acredito que a metáfora é uma das formas mais impactantes de apreender uma mensagem complexa. Pois uma das metáforas que mais gosto é o Mito da Caverna de Platão já que, em minha opinião, é de uma atualidade espantosa. Resumidamente, Platão conta a história de um grupo de pessoas que vivia, desde seu nascimento, acorrentados em uma caverna. Na escuridão desse local, tudo o que viam era o vulto das pessoas nas paredes iluminadas pelo fogo da fogueira que os aquecia. Um dos prisioneiros consegue se desvencilhar das correntes e decidi conhecer o mundo exterior. Ao sair da caverna, a iluminação lhe cega causando muita dor, desconforto. Ele quase desiste de sua empreitada, porém decidi insistir e habitua-se com essa nova realidade. Seguindo adiante ele percebe um mundo totalmente diferente daquele que estava acostumado. Toma contato com uma realidade muito distinta de sua percepção cunhada ao longo de anos por meio de sua interpretação dos vultos e imagens projetados nas paredes escuras da caverna e percebe que sua vida inteira foi baseada em ilusões afastadas da verdadeira realidade. Decide retornar a caverna para compartilhar com seus amigos sua experiência e libertá-los abrindo suas mentes para essa nova realidade. Em minha opinião, é em seu retorno a caverna que Platão nos reserva o ponto alto de sua reflexão.

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    Vendas 3.0 em apresentação do Kotler…

    19 novembro 2013

    Amigos, creio que a maioria de vocês sabe que tenho a honra de ter o endorsement do Philip Kotler nos meus 2 livros (“Movidos por Ideias” e “Vendas 3.0”). No “Vendas 3.0” inseri na capa um trecho desse endorsement onde ele comenta que “Este é um daqueles livros que nos fazem pensar”. O que talvez vocês não saibam é que em uma de suas apresentações o pai do Marketing utilizou meu modelo como referência citando a fonte. Descobri isso ao fuçar no slideshare referências com meu nome e encontrei essa apresentação que Kotler realizou em 2009. Vejam abaixo o link. Deem uma olhada no slide 29. http://migre.me/gGGTt Legal, não é? Já ter o endorsemente do “cara” é legal. Servir como referência então… A propósito, a nova versão do Vendas 3.0 atualizada com novos cases e compacta já está à disposição nos pontos de venda. Está bem interessante!

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