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    O que diferencia o ser humano dos animais é a consciência da finitude da vida

    09 janeiro 2014

    Foram filósofos gregos que chegaram a essa conclusão ao se debruçar sobre a essência da vida. Parece que faz sentido, não é? Pois é incrível como depois de séculos de conhecimento e aprendizagem ainda hoje existem muitas pessoas que não se deram conta desse ensinamento. Pois então vejamos. Se o que nos diferencia dos animais é a consciência que iremos morrer um dia, o que fazemos com essa informação? Os mais sábios entendem os reflexos dessa realidade e trabalham, incessantemente, como se cada dia fosse o último dia de suas vidas, procurando dar significado a sua existência e, como consequência, ser feliz. Outros, simplesmente ignoram essa dádiva que recebemos e, bovinamente, estão apenas de passagem por aqui, acompanhando a manada e não refletindo sobre o valor de sua existência. É inegável que ter a consciência de que um dia iremos partir traz como consequência preocupação e, muitas vezes, medo. Talvez a alienação fosse melhor, não é? As vezes quando saio para trabalhar e vejo a felicidade alienante do Porsche, nosso Golden de estimação chego a invejá-lo. Porém, basta me deparar com todos os desafios que se apresentam diariamente em nossas vidas para perceber que esse pensamento é uma grande besteira. Vivemos no mundo das possibilidades e só isso já basta para levantar a cabeça, sacudir a poeira e ir para cima. Não podemos decidir como iremos morrer, porém podemos decidir como iremos viver. Qual é a sua escolha? A minha decisão já tomei e os próximos passos serão espetaculares. Vem comigo nessa ‪#‎GV‬

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    Não planeje 2014. Planeje sua vida!!

    23 dezembro 2013

    Chega o fim do ano e cá estamos encerrando mais um ciclo. Nos encontramos agora no tradicional momento de refletir sobre nosso ano e planejar o próximo ciclo. Pois esse ano eu tenho uma sugestão para você: não planeje 2014. Aproveite a oportunidade para planejar sua vida, construir seu futuro, sonhar grande. Me permita um minuto de sua atenção para explanar com mais detalhes sobre os motivos dessa sugestão. Nélson Rodrigues costumava dizer que brasileiro tem síndrome de vira lata. É óbvio que esse comportamento é resultado de nossa própria história. Durante séculos nosso modelo mental sempre teve o foco em desenvolver estratégias para nossa sobrevivência, pois o dia do amanhã era totalmente incerto e, por mais que trabalhássemos orientados ao crescimento, o risco de surgir uma nova crise ou um novo plano econômico sempre foi eminente. Valia a estratégia (?) da sobrevivência. Pois ouso afirmar que vivemos agora um contexto totalmente distinto muito mais promissor.

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    É hora de voltarmos ao essencial!!

    17 dezembro 2013

    Nessa época de final de ciclo é hora de refletirmos sobre as lições que extraímos do ano que se encerra e, tão importante quanto, planejar nosso próximo ciclo. Está aí uma boa oportunidade para incentivar uma reflexão acerca de um tema que tenho insistentemente trazido à tona: qual é a essência de seu negócio? Qual é o valor essencial que você leva ao mercado? Qual é o valor que seu cliente percebe ao interagir com sua empresa? Pode parecer um conselho muito básico, mas lhe asseguro que a maior parte das organizações e, como consequência, seus profissionais de vendas não sabem responder a essa questão. Ou melhor dizendo, não sabem o que vendem de fato. Mergulhados na operação do dia a dia e tendo como principal foco sua sobrevivências, os líderes não conseguem investir tempo para refletir sobre o valor essencial de seu negócio. Se você e seus colaboradores não tem uma visão clara de sua essência como você imagina que seja a reação de seus clientes? Sempre que o cliente comoditiza sua oferta é sinal de que ele não entendeu o valor que você está criando. Em síntese, é sinal que ele não entendeu o valor essencial do seu negócio.

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    A agenda oculta destrói as organizações!

    11 dezembro 2013

    Uma das características mais marcantes de nossa sociedade atual diz respeito a demanda de todos por ambientes e relações mais transparentes. Tradicionalmente as relações nas organizações foram governadas pelo binômio controle e poder. Eu controlo todas as suas ações, pois tenho poder institucional sobre você já que sou seu superior hierárquico. Como consequência, testemunhamos o famoso jogo do “me engana que eu gosto” onde os funcionários fingem que estão trabalhando, dando o seu máximo e os gestores fingem que estão fazendo seus “liderados” trabalhar em alta performance. Atualmente essa lógica não funciona, pois a fórmula da alta performance está muito mais centrada no binômio autonomia e monitoria. Essa visão considera que as pessoas são responsáveis pelos seus atos e, como consequência, tem autonomia de ação. Como contrapartida todos os que se enquadram nesse modelo, tem a responsabilidade por seu desempenho que é monitorado por meio de diretrizes claras. Por incrível que pareça é a mesma lógica do “é olho do dono que engorda o gado”, porém ao invés do dono estar ali, todo dia, agindo como feitor, ele define as diretrizes, acompanha os resultados e contribui para a melhora de performance de seus liderados monitorando todo processo constantemente.

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    Mais que um lapso, um ato falho “cíclico” para corrigir em RH

    09 dezembro 2013

    por B. Afonso Macagnani (*) Enquanto Dave Ulrich e outros experts projetam as seis novas competências chave para o RH – posicionador estratégico, ativista confiável, construtor de capacitações, campeão da mudança, inovador e integrador de RH -, ainda patinamos na confusão entre gestor de pessoas e gestor da área de RH. A edição de outubro/novembro de 2013 da revista Você RH no seu Sumário, à página 3, traz a seguinte chamada: “Pág. 34 – Ensaio – Seis presidentes que já foram gestores de pessoas contam o que aprenderam e o que fariam de diferente.” Coincidentemente, a revista oficial da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Melhor Gestão de Pessoas –, na sua edição de novembro 2013, à página 74, em matéria com o título “No Pé do Mercado”, traz a seguinte afirmação de Luiz Edmundo Rosa, diretor de educação da ABRH Nacional: “Essa visão de que as pessoas são o ativo mais importante de uma empresa e que a gestão desse quadro está nas mãos de toda a companhia é recente.” Esta afirmação do Luiz Edmundo Rosa explica a confusão dos editores da Você RH, quando, por exceção, situam os atuais seis presidentes como não mais gestores de pessoas, delegando essa atividade aos gestores das áreas de RH de suas respectivas empresas. Esse não é simples lapso, está entranhado nas empresas que, dependendo do estilo da principal liderança, do humor do fundador, do executivo forte que traz resultados, do executivo de RH, etc., acaba viesando e alocando para Recursos Humanos atribuições que não são suas e destinando aos gestores uma conjugação atrofiada de suas responsabilidades.

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    A vida só vale à pena ser vivida quando pensamos no que estamos fazendo. Uma existência sem análise é adequada para o gado, mas não para os seres humanos (Sócrates)

    02 dezembro 2013

    Atualmente tudo acontece muito rapidamente. A velocidade pode resultar ou ser uma muleta para a falta de profundidade. O traço comum de todos empreendedores e gestores bem sucedidos é a disciplina. Temos de exercitar a disciplina do pensar, refletir com profundidade e consequência. É justamente para não perder o timing que temos de ter disciplina para fazer tudo o que nos é requerido, no tempo necessário e sem perder o compromisso com a profundidade de análise. Ufa!! Difícil, não é? Porém, é o que temos para hoje Acredite: agir dessa forma fará diferença na sua evolução profissional e pessoal. Diga não à preguiça mental (Pensar dói como andar a chuva…) Boa semana!

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    O processo racional de tomada de decisões nos negócios

    30 novembro 2013

    Recentemente tive a oportunidade de assistir novamente ao filme “O Homem que mudou o jogo” (Moneyball é o título original). Independente da qualidade do filme – que gostei bastante – o que mais me chamou a atenção foram as lições que o enredo traz para nós do mundo corporativo. O filme, baseado no livro homônimo, conta a história verídica de Billy Beane, gerente geral do time de beisebol americano Oakland Athletics, interpretado por Brad Pitt. Na temporada de 2002, depois de mais uma tentativa frustrada de avançar na liga americana, Beane, pressionado pelo baixo orçamento da equipe e pela saída dos principais jogadores para times mais poderosos, revolucionou a forma como eram selecionados seus jogadores incluindo uma visão totalmente baseada em estatísticas em contraponto ao modelo anterior totalmente baseado no empirismo. É evidente que no início a resistência foi enorme, inclusive dentro da própria equipe, já que o novo modelo representava ameaça ao padrão vigente. O início mal sucedido da equipe no campeonato só alimentou essas críticas e a pressão para que se retornasse ao modelo anterior, porém no final do campeonato a equipe conquista 20 vitórias consecutivas estabelecendo novo recorde na liga e o padrão desenvolvido por Beane se torna referência no esporte americano. Ao invés do beisebol o enredo poderia muito bem retratar o que acontece em muitas organizações na sua gestão de informações e definições estratégicas. O empirismo ainda impera no Brasil e, muitas vezes, oportunidades são desperdiçadas e caminhos mal traçados graças à falta de um embasamento mais técnico.

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    A ascensão dos serviços nas vendas B2B: o contraponto a tendência a comoditização

    28 novembro 2013

    O ambiente empresarial está passando por uma revolução nada silenciosa. Vendo como consequência o aumento do nível de concorrência entre a quase totalidade dos setores organizados, aliado aos efeitos da tecnologia da informação, vivenciamos o maior processo de migração de poder já existente no contexto organizacional: a migração do poder de barganha das mãos de quem vende para as de quem compra. Vivemos no mundo dos Clientes Superpoderosos do Século XXI. Nada contra as simpáticas meninas que tanto sucesso fizeram com nossos filhos na década passada, porém o fato é que esse efeito não tem nada de animado ou lúdico. Ele é mais real do que nunca e seus impactos deixam catatônicos os líderes empresariais, que ficam com a sensação de terem “perdido o chão”, pois são instados a lidar com um mundo totalmente em aberto. Esse efeito impacta em cheio o negócio de empresas que atuam no setor de business to business (aquelas que comercializam suas ofertas para outras empresas e não para o consumidor final), já que, com o advento da globalização, as barreiras de proteção foram derrubadas e o ataque pode vir de uma hora para outra e de qualquer lugar do mundo e, principalmente, do Leste (sabemos que o maior fantasma tem olhos puxados e é chinês).

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    A colheita é comum, mas o capinar é sozinho

    27 novembro 2013

    Continuando a história da fome de meu post anterior (http://migre.me/gMnEo), me lembrei dessa frase do Guimarães Rosa no Grande Sertão Veredas (lá vou eu com as metáforas). Por mais que tenhamos um contexto, um ambiente que contribui e dificulta nossa vida é inescapável que “o capinar é sozinho”, ou seja, no final do dia somos nós que fazemos a diferença e protagonizamos – ou não – a evolução de nossa vida pessoal e profissional. Assim, nos escorar nas lamúrias e usar as dificuldades, inerentes ao ambiente, como muletas não irá nos ajudar em nada. Pelo contrário, enquanto estivermos presos nesse looping, não conseguiremos olhar um palmo diante de nosso nariz. É evidente que não estou sendo hipócrita afirmando que tudo é fácil. Pelo contrário, os desafios são imensos para quem quer fazer a diferença. O resultado, no entanto, sempre compensa. Aliás, temos outra opção a não ser ir atrás daquilo que almejamos?

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    Não quero faca nem queijo. Quero a fome

    26 novembro 2013

    Quem me apresentou a essa frase foi o grande amigo Romeo Busarello (um dos maiores experts do marketing, sobretudo do digital, do Brasil e um professor extraordinário). Atualmente todos conteúdos técnicos, específicos, sobre qualquer tema estão à disposição de qualquer pessoa. Basta você querer e pode ter acesso ao conteúdo que desejar. Ou seja, acesso a conhecimento não é um diferencial como foi no passado (na minha época de estudante, o moleque que tinha uma enciclopédia em casa era “o cara”). O que diferencia mesmo as pessoas é a motivação, o impulso, a atitude de evoluir, de buscar algo melhor para si mesmo. É essa fome que a Adélia Prado comenta nessa frase que é de uma simplicidade e valor extraordinário. Em um mundo onde tudo está muito acessível não basta ter as ferramentas. É necessário um impulso e desejo extraordinários de ir além. Afinal, todos nós podemos e merecemos.

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